Histórias da Ditadura

Hoje na Imprensa

19
set
2017

Notícia | “Eu acho, não, tenho quase certeza que eu não fui estuprada”

O aterrorizante capítulo do relatório da Comissão Nacional da Verdade, sobre os crimes da ditadura militar, que aborda a violência sexual começa com o depoimento de Isabel Fávero: “Depois de três ou quatro dias presa, comecei a passar mal. Estava grávida de dois meses e tive um aborto espontâneo. Sangrava muito, não tinha como me limpar, usava papel higiênico. E cheirava mal, estava suja. Por isso acho… Não, tenho quase certeza de que não fui estuprada. Porque eles me ameaçavam constantemente mas tinham nojo de mim. (…) Certamente foi por isso. Eles ficavam irritados ao me ver suja, sangrando e cheirando mal e ficavam com ainda mais raiva, e me batiam ainda mais”.

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