Histórias da Ditadura

Hoje na Imprensa

07
nov
2016

Reconhecimento de mortos na ditadura pode ser paralisado.

Imagem: Reprodução

Imagem: Reprodução

O trabalho de identificação das ossadas da vala de Perus, do cemitério Dom Bosco, na zona norte de São Paulo, pode ser interrompido por falta de recursos. Hoje, o projeto de reconhecimento dos corpos de desaparecidos do regime militar custa R$ 3 milhões por ano – pagos pela Prefeitura de São Paulo, Ministério da Educação e o Ministério de Justiça e Cidadania.

 A mudança nas gestões municipal e federal, no momento em que contratos com parceiros do projeto dependem de renovação, traz dúvidas sobre sua continuidade. “Alguns contratos de profissionais vencem em janeiro, mas para a conclusão do projeto nos precisamos de pelo menos mais dois anos”, alerta Carla Borges, coordenadora de Direito à Memória e à Verdade da Secretaria Municipal de Direitos Humanos e Cidadania (SMDHC).
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